Livraria Agnus-Dei

Aprendendo a voar

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“Aprendendo a Voar” cumpre esse papel de instigar, provocar, cutucar consciências e fazer brotar ideias e sentimentos. Mas não é um livro de memórias, ou de resgate das histórias contadas no passado. Aqui estão os pensamentos, sentimentos e fantasias de um menino homem que passa uma boa parte da sua vida a transmitir mensagens com o objetivo de despertar a fé e a razão próprias e dos outros. “Aprendendo a Voar” não é e não quer ser um manual de conduta moral ou uma palavra definitiva sobre o que quer que seja, mas pretende incentivar as pessoas a serem sinceras consigo mesmas, pois vivemos em mundo onde fingir ser o que não é ou imitar os outros tornou, equivocamente, uma atitude louvável. As pessoas migram de um extremo ao outro, há aquelas que querem parecer perfeitas diante de todos e aquelas que querem transgredir radicalmente com a simples intenção de tentar ser o que não são. Mas por que não ter a liberdade de fazer escolhas entre um lado e o outro? Eu posso romper muitas correntes que me prendem, mas posso também aceitar os laços que me unem às outras pessoas. Eu não preciso me filiar ao partido “X” e recusar irresponsavelmente até mesmo as coisas sensatas que propõe o partido “Y”. Este livro quer resgatar a liberdade de pensamento, sentimento e ação sem deixar esquecer a responsabilidade individual e coletiva de cada um de nós.

Descrição

“Aprendendo a Voar” cumpre esse papel de instigar, provocar, cutucar consciências e fazer brotar ideias e sentimentos. Mas não é um livro de memórias, ou de resgate das histórias contadas no passado. Aqui estão os pensamentos, sentimentos e fantasias de um menino homem que passa uma boa parte da sua vida a transmitir mensagens com o objetivo de despertar a fé e a razão próprias e dos outros. “Aprendendo a Voar” não é e não quer ser um manual de conduta moral ou uma palavra definitiva sobre o que quer que seja, mas pretende incentivar as pessoas a serem sinceras consigo mesmas, pois vivemos em mundo onde fingir ser o que não é ou imitar os outros tornou, equivocamente, uma atitude louvável. As pessoas migram de um extremo ao outro, há aquelas que querem parecer perfeitas diante de todos e aquelas que querem transgredir radicalmente com a simples intenção de tentar ser o que não são. Mas por que não ter a liberdade de fazer escolhas entre um lado e o outro? Eu posso romper muitas correntes que me prendem, mas posso também aceitar os laços que me unem às outras pessoas. Eu não preciso me filiar ao partido “X” e recusar irresponsavelmente até mesmo as coisas sensatas que propõe o partido “Y”. Este livro quer resgatar a liberdade de pensamento, sentimento e ação sem deixar esquecer a responsabilidade individual e coletiva de cada um de nós.

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