Cartas de esperança em tempos de ditadura Frei Betto e Leonardo Boff escrevem a Alceu Amoroso Lima Organização, introdução e notas de Leandro Garcia Rodrigues

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As 25 cartas que compõem este epistolário não são apenas “cartas da prisão”, são cartas das “catacumbas pós-modernas”. Existenciais, circunstanciais, cuja noção de encarceramento não se reduz apenas às dimensões físicas da própria cela, da cadeia; barreiras estas transpostas pelas diversas cartas que circulavam, entrando ou saindo de tais masmorras, acenando com a liberdade vindoura – para alguns detentos; e/ou a despedida – para aqueles que de lá não saíram.
Mais do que cartas da prisão, são textos que evocam a liberdade, que clamam por este direito tão básico do ser humano. Neste sentido, Alceu Amoroso Lima foi o destinatário de Frei Betto e Leonardo Boff, cujas missivas não apenas denunciavam as torturas e os desmandos do Regime Civil-militar instaurado em 1964, mas também evocavam – e clamavam – por justiça e libertação, valores estes que Alceu defendeu veementemente nas inúmeras crônicas que publicou nos jornais brasileiros daquele momento. São “documentos para amanhã”, na expressão do próprio Alceu, documentos para se (re)avaliar a história contemporânea do Brasil.

Descrição

As 25 cartas que compõem este epistolário não são apenas “cartas da prisão”, são cartas das “catacumbas pós-modernas”. Existenciais, circunstanciais, cuja noção de encarceramento não se reduz apenas às dimensões físicas da própria cela, da cadeia; barreiras estas transpostas pelas diversas cartas que circulavam, entrando ou saindo de tais masmorras, acenando com a liberdade vindoura – para alguns detentos; e/ou a despedida – para aqueles que de lá não saíram.
Mais do que cartas da prisão, são textos que evocam a liberdade, que clamam por este direito tão básico do ser humano. Neste sentido, Alceu Amoroso Lima foi o destinatário de Frei Betto e Leonardo Boff, cujas missivas não apenas denunciavam as torturas e os desmandos do Regime Civil-militar instaurado em 1964, mas também evocavam – e clamavam – por justiça e libertação, valores estes que Alceu defendeu veementemente nas inúmeras crônicas que publicou nos jornais brasileiros daquele momento. São “documentos para amanhã”, na expressão do próprio Alceu, documentos para se (re)avaliar a história contemporânea do Brasil.

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